<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><!DOCTYPE Zthes SYSTEM "http://zthes.z3950.org/schema/zthes-1.0.dtd">  <Zthes><term><termId>775</termId><termName>torture porn</termName><termType>PT</termType><termLanguage>pt-BR</termLanguage><termVocabulary>Vocabulários Colaborativos da Disciplina de Linguística Documentária</termVocabulary>	<termStatus>active</termStatus>	<termApproval>approved</termApproval>	<termSortkey>torture porn</termSortkey><termNote label="Definition"><![CDATA[ <p><span data-sheets-root="1">É um subgênero de horror cinematográfico caracterizado por representar de modo prolongado, explícito e detalhado atos de tortura, sofrimento físico e psicológico, mutilação ou humilhação dos personagens frequentemente com uma estética que remete à pornografia quanto ao exibicionismo e à fruição do corpo atormentado. Essas imagens mobilizam uma tensão entre desconforto e deleite, explorando o impulso voyeurístico do espectador, a libido e o impulso de ver “o real” da dor e do abjeto</span><span data-sheets-root="1">.</span></p>
<p><span data-sheets-root="1">Exemplo: </span></p>
<ol>
<li><span data-sheets-root="1">Jogos Mortais, 2004 (James Wan)</span></li>
<li>A Casa dos 1000 Corpos, 2003 (Rob Zombie)</li>
</ol>
<p>FEITOZA, Frederico Antônio Cordeiro. Torture porn: estética do gozo e exercício perverso no cinema. Ícone – Revista de Divulgação Científica em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco, Recife, v. 11, n. 2, p. 111-125, 2009. Disponível em: <a href="https://periodicos.ufpe.br/revistas/icone/article/view/230176/24424">https://periodicos.ufpe.br/revistas/icone/article/view/230176/24424</a>. </p> ]]></termNote><termNote label="Definition"><![CDATA[ <p><span data-sheets-root="1">É um subgênero de horror cinematográfico caracterizado por representar de modo prolongado, explícito e detalhado atos de tortura, sofrimento físico e psicológico, mutilação ou humilhação dos personagens frequentemente com uma estética que remete à pornografia quanto ao exibicionismo e à fruição do corpo atormentado. Essas imagens mobilizam uma tensão entre desconforto e deleite, explorando o impulso voyeurístico do espectador, a libido e o impulso de ver “o real” da dor e do abjeto</span><span data-sheets-root="1">.</span></p>
<p><span data-sheets-root="1">Exemplo: </span></p>
<ol>
<li><span data-sheets-root="1">Jogos Mortais, 2004 (James Wan)</span></li>
<li>A Casa dos 1000 Corpos, 2003 (Rob Zombie)</li>
</ol>
<p>FEITOZA, Frederico Antônio Cordeiro. Torture porn: estética do gozo e exercício perverso no cinema. Ícone – Revista de Divulgação Científica em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco, Recife, v. 11, n. 2, p. 111-125, 2009. Disponível em: <a href="https://periodicos.ufpe.br/revistas/icone/article/view/230176/24424">https://periodicos.ufpe.br/revistas/icone/article/view/230176/24424</a>. </p> ]]></termNote><termCreatedDate>torture porn</termCreatedDate><termModifiedDate>2025-11-12 10:23:37</termModifiedDate><relation><relationType>UF</relationType><termId>1021</termId><termName>pornô de terror</termName><termType>ND</termType></relation><relation><relationType>BT</relationType><termId>726</termId><termName>subgênero</termName><termType>PT</termType></relation><relation><relationType>RT</relationType><termId>1071</termId><termName>canibalismo</termName><termType>PT</termType></relation><relation><relationType>RT</relationType><termId>836</termId><termName>erotismo</termName><termType>PT</termType></relation><relation><relationType>RT</relationType><termId>833</termId><termName>mutilação</termName><termType>PT</termType></relation><relation><relationType>RT</relationType><termId>1018</termId><termName>body horror</termName><termType>PT</termType></relation></term>  </Zthes>