<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><mads xmlns="http://www.loc.gov/mads/" xmlns:mods="http://www.loc.gov/mods/v3" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mads/
	mads.xsd"><authority><topic authority="https://lingdocumentarias.eca.usp.br/vocab/">inclinação</topic></authority><related type="other"><topic>plano de ambientação</topic></related><related type="broader"><topic>movimento da câmera</topic></related><variant type="other"><topic>tilt</topic></variant><variant type="other"><topic>panorâmica vertical</topic></variant><variant type="other"><topic>panorâmica para cima</topic></variant><variant type="other"><topic>plano inclinado</topic></variant> <note xml:lang="pt-BR">&lt;p&gt;&lt;span data-sheets-root=&quot;1&quot;&gt;&quot;O movimento da panorâmica vertical (tilt) gira a cabeça em um eixo horizontal. É como se a cabeça da câmera estivesse em rotação para cima e para baixo. Novamente, a câmera inteira não muda de posição. Na tela, o movimento de panorâmica vertical produz a impressão de um espaço que se desenrola de cima para baixo ou de baixo para cima.&quot; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span data-sheets-root=&quot;1&quot;&gt;BORDWELL, David; THOMPSON, Kristin. A arte do cinema: uma introdução. Campinas: Editora da Unicamp; São Paulo: Editora da USP, 2013.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span data-sheets-root=&quot;1&quot;&gt;&quot;Planos inclinados giram a câmera para cima ou para baixo enquanto ela permanece fixa, montada em um tripé ou mantida na mão. Esse movimento desloca a atenção do público de uma área para a outra, estendendo verticalmente o alcance visual do plano.&quot; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span data-sheets-root=&quot;1&quot;&gt;MERCADO, Gustavo. O olhar do cineasta: aprenda (e quebre) as regras da composição cinematográfica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;Planos inclinados são frequentemente usados como planos de ambientação, introduzindo um local quando um personagem é visto chegando ou saindo dele.&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span data-sheets-root=&quot;1&quot;&gt;MERCADO, Gustavo. O olhar do cineasta: aprenda (e quebre) as regras da composição cinematográfica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt; </note></mads>