<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><mads xmlns="http://www.loc.gov/mads/" xmlns:mods="http://www.loc.gov/mods/v3" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mads/
	mads.xsd"><authority><topic authority="https://lingdocumentarias.eca.usp.br/vocab/">Pinot Noir</topic></authority><related type="other"><topic>Cabernet Sauvignon</topic></related><related type="other"><topic>Merlot</topic></related><related type="other"><topic>Pinotage</topic></related><related type="other"><topic>Syrah</topic></related><related type="other"><topic>Tannat</topic></related><related type="other"><topic>Cabernet Franc</topic></related><related type="broader"><topic>Uvas Tintas</topic></related> <note xml:lang="pt-BR">&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: 400;&quot;&gt;É uma variedade de uvas tintas finas de origem francesa, com difícil adaptação às condições do Rio Grande do Sul devido a sua alta susceptibilidade à podridão. No Brasil, a uva é utilizada na elaboração de vinho tinto varietal e para vinhos espumantes. Possui como descritores sensoriais cereja, framboesa, menta, violeta, tomate maduro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; </note> <note type="source" xml:lang="pt-BR">&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: 400;&quot;&gt;&quot;O berço da &apos;Pinot Noir&apos; é a Borgonha, na França, onde é utilizada para a elaboração de vinhos tintos de alto conceito. Também ocupa lugar de destaque na região da Champagne, originando [...] os famosos vinhos espumantes da região. [...] É uma variedade precoce, de ciclo curto [...] é uma cultivar de difícil adaptação às condições do Estado [RS] em razão de sua alta susceptibilidade à podridão [...]&quot;  (Guerra et al., 2005, p. 22) &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: 400;&quot;&gt;(Descritor sensorial) &quot;Pinot Noir: cereja, framboesa, menta, violeta, tomate maduro.&quot; (Guerra et al., 2005, p. 64)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; </note></mads>