<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><mads xmlns="http://www.loc.gov/mads/" xmlns:mods="http://www.loc.gov/mods/v3" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mads/
	mads.xsd"><authority><topic authority="https://lingdocumentarias.eca.usp.br/vocab/">ângulo holandês</topic></authority><related type="other"><topic>primeiro plano</topic></related><related type="other"><topic>meio primeiro plano</topic></related><related type="broader"><topic>ângulo da câmera</topic></related><variant type="other"><topic>dutch angle</topic></variant><variant type="other"><topic>plano holandês</topic></variant><variant type="other"><topic>ângulo oblíquo</topic></variant><variant type="other"><topic>plano oblíquo</topic></variant> <note xml:lang="pt-BR">&lt;p&gt;&lt;span data-sheets-root=&quot;1&quot;&gt;&quot;[...] um ângulo oblíquo (ou holandês) é um ângulo de câmera inclinado drasticamente, em que o eixo vertical da câmera está inclinado em relação ao eixo vertical do objeto. Isso resulta na inclinação vertical da imagem na tela, que é apresentada na diagonal, em desequilíbrio.&quot; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span data-sheets-root=&quot;1&quot;&gt;MASCELLI, Joseph V.. Os cinco Cs da Cinematografia: técnicas de filmagem. São Paulo: Summus Editorial, 2010.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span data-sheets-root=&quot;1&quot;&gt;&quot; [...] a percepção humana é muito mais sensível a verticais desniveladas do que as horizontas desniveladas. Se a câmera estiver até mesmo um pouco desnivelada, paredes, portas, postes de telefone e qualquer recurso vertical serão imediatamente vistos como fora do prumo. Há situações, porém, em que queremos que a tensão visual dessa condição desnivelada funciona para nós, a fim de criar ansiedade, paranoia, subjugação ou mistério. O termo para isso é &apos;plano holandês&apos;, ou &apos;ângulo holandês&apos;.&quot; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span data-sheets-root=&quot;1&quot;&gt;BROWN, Blain. Cinematografia: teoria e prática: tradução de imagens para cineastas e diretores. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; </note></mads>