<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt-BR">dolly zoom</dc:title><dc:identifier>https://lingdocumentarias.eca.usp.br/vocab/skos/2241</dc:identifier><dc:language>pt-BR</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt-BR">Cibele A. C. M. Santos, Vânia Mara Alves Lima</dc:publisher><dcterms:created>2025-12-01 08:53:19</dcterms:created><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://lingdocumentarias.eca.usp.br/vocab/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt-BR">Vocabulários Colaborativos da Disciplina de Linguística Documentária</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dcterms:alternative xml:lang="pt-BR">efeito Vertigo</dcterms:alternative> <dcterms:alternative xml:lang="pt-BR">contra zoom</dcterms:alternative> <dcterms:alternative xml:lang="pt-BR">plano trombone</dcterms:alternative> <dcterms:alternative xml:lang="pt-BR">zolly</dcterms:alternative> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p><span data-sheets-root="1">"[...] o plano dolly zoom foi introduzido ao vocabulário cinematográfico predominantemente em Vertigo (1958), de Alfred Hitchcock, para representar o medo de alturas vivido pelo detetive John Ferguson (James Stewart) em momentos chave na história. O plano é criado usando uma combinação de um plano dolly com um plano zoom, funcionando em conjunto de modo que quando a câmera se aproxima de um tema, o zoom da objetiva é reduzido ou ampliado se a câmera se afasta dela. O plano resultante, quando executado apropriadamente, mantém constante o tamanho tema no quadro enquanto a perspectiva do fundo muda drasticamente parecendo se aproximar ou se distanciar. O efeito é extremamente visível e inquietante e, portanto, reservado para momentos em uma história quando algo particularmente significativo ocorre."</span></p>
<p><span data-sheets-root="1">MERCADO, Gustavo. O olhar do cineasta: aprenda (e quebre) as regras da composição cinematográfica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. </span></p> ]]> </dc:description></metadata>