<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><metadata xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"  xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/"><dc:title xml:lang="pt-BR">modelagem</dc:title><dc:identifier>https://lingdocumentarias.eca.usp.br/vocab/skos/2151</dc:identifier><dc:language>pt-BR</dc:language><dc:publisher xml:lang="pt-BR">Cibele A. C. M. Santos, Vânia Mara Alves Lima</dc:publisher><dcterms:created>2025-11-30 20:27:40</dcterms:created><dcterms:modified>2025-11-30 20:32:19</dcterms:modified><dcterms:isPartOf xsi:type="dcterms:URI">https://lingdocumentarias.eca.usp.br/vocab/</dcterms:isPartOf><dcterms:isPartOf xml:lang="pt-BR">Vocabulários Colaborativos da Disciplina de Linguística Documentária</dcterms:isPartOf><dc:format>text/html</dc:format> <dcterms:alternative xml:lang="pt-BR">modelagem bidimensional</dcterms:alternative> <dc:description xml:lang="pt-BR"><![CDATA[ <p>“A modelagem industrial teve origem a partir dos estudos de Alex Levigne, criador do 1º busto de modelagem e da fita métrica, cujas patentes foram registradas em 1878.<br />Ele lançou seu 1º método de modelagem em 1841. estudou durante anos as conformações físicas masculina, feminina e infantil e em 1860 apresentou o 1º busto de costura que correspondia ao corpo de sua cliente, a imperatriz Eugénie da França”.</p>
<p>“Atualmente, a modelagem é considerada um diferencial da<br />marca, valorizando o estilo e a qualidade do produto. No que tange ao segmento de malharia, pode-se concluir que este aspecto fora reforçado. Dentro deste contexto, é de extrema importância que o modelista também tenha uma formação adequada para atender às expectativas e necessidades do empregador”.</p>
<p>Fonte: SENAC, 2013, pg 07, 08</p> ]]> </dc:description></metadata>