É uma manifestação espiritual de uma pessoa morta que retorna para assombrar locais, objetos ou pessoas. Representa a presença persistente do passado, geralmente ligada a morte violenta, culpa, injustiça ou emoções não resolvidas. Pode agir como mensageiro, vingador ou símbolo do medo da morte e do desconhecido, servindo tanto como elemento sobrenatural quanto como metáfora para traumas e memórias que não desaparecem.
Exemplo:
MAIA, Natália Mendes. Fantasmas no cinema de Kiyoshi Kurosawa: desaparecer, reaparecer e presentificar. 2021. 172 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2021. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/60407/3/2021_dis_nmmaia.pdf.