É a prática mística ou religiosa que estrutura o enredo no cinema de horror, atuando como a coluna central de causalidade. Os rituais, que frequentemente envolvem a invocação de seres espirituais, são marcados pela mescla de referências culturais e religiosas. Sua função narrativa pode ser de tensão social, ruptura da ordem patriarcal ou resistência e cura.
Exemplo:
UCHOA, F. R.; CÁNEPA, L. L.. TRILOGIA DE TERROR (1968): FOLK HORROR NA TRANSIÇÃO DO RURAL AO URBANO NO CINEMA BRASILEIRO. Estudos Históricos (Rio de Janeiro), v. 36, n. 78, p. 135–161, jan. 2023. Disponível em: https://www.scielo.br/j/eh/a/HbnNLQYMN74nHXdXrMbMfNj/?format=pdf&lang=pt.