Filmes considerados de má qualidade técnica ou artística pelos padrões canônicos, mas que são apreciados por comunidades de fãs através da sensibilidade estética camp, resumida pela máxima “é tão ruim que é bom”.
Exemplo:
CASTELLANO, M. É bom porque é ruim! considerações sobre produção e consumo de cultura trash no brasil. Em Questão, v. 16, n. 2, 2010. Disponível em: https://cip.brapci.inf.br//download/9389.